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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

tim maia (1976)

Cara estava escutando esse disco do velho Tim esses dias, olhando no you tube e tal, vale muito a pena, trabalho cheio de Swing e negritude o que já é de se esperar desse grande artista.





tim maia (1976) (1976)

  1. Dance enquanto é tempo
  2. É preciso Amar
  3. Rodésia
  4. Márcio Leonardo E Telmo
  5. Sentimental»
  6. Nobody can live forever»
  7. Me enganei»
  8. Manhã de sol florida, cheia de coisas maravilhosas»
  9. Brother, Father, Sister And Mother
  10. Batata Frita, o ladrão de bicicleta
  11. The dance is over

O texto abaixo é do blog SacudinBeBlog, Visitem




Esse é o último disco de Tim Maia que me faz a cabeça do início ao fim. Lançado em 1976, funcionou como uma espécie de álbum de "retorno". Os álbuns anteriores acabaram ficando restritos aos seguidores da seita "Universo Em Desencanto", e devido ao fato de que as letras só falavam da doutrina Racional, era visto, pelos não seguidores, com enorme preconceito na época (quem é que queria ficar ouvindo papo de cultura Racional?), mas enfim, hoje tem muito neguinho que se arrepende amargamente de não ter feito estoque daqueles volumes rsrsrsrs. O fato é que Tim retornou com tudo e fez um dos seus melhores trabalhos.
Onze faixas excelentes, todas de extremo bom gosto, geniais. Merecem destaque:
"É preciso Amar", a segunda faixa do álbum, nela Tim criou um clima agradabilíssimo sem deprê e com gosto de... "acho que vou ouvir essa de novo", na seqüência temos "Rodésia", onde Tim mostra seus dotes de flautista e faz uma espécie de resposta pra "Guiné Bissau, Moçambique e Angola" do Racional Volume II, agora já não está tudo "numa relax, numa traqüila, numa boa"... nada de complacência aqui, em seguida temos a suingadíssima "Marcio Leonardo e Telmo", com sacadas excelentes na letra e um groove inigualável, em "Sentimental", faixa que vem na sequência, Tim desabafa com: "... Sou sentimental e ninguém percebe, deste jeito vou acabar me dando mal...", o groove é animal, essa faixa junto com a seguinte: "Nobody Can Live Forever"(que tem uma letra extremamente crítica aos preceitos de certas crenças), estão entre minhas preferidas, na verdade essa sequência, a partir de "Marcio Leonardo e Telmo", já vale o álbum todo, é a santíssima trindade do volume.
Tem mais quatro que são fuderosas também, são elas: "Manhã de Sol Florida, Cheia De Coisas Maravilhosas" e "Brother, Father, Sister and Mother", ambas com arranjo de cordas muuuuito bom, feito por Miguel Cidras. Em seguida temos a divertidíssima: "Batata Frita, o ladrão de bicicleta", que só pelo nome já vale a pena ser ouvida, e a última que dou destaque e que fecha o volume é "The Dance Is Over" arranjada com maestria por Arthur Verocai e Tim.
Já que esse é o último álbum do Tim que posto, não poderia faltar os extras, acrescentei ao volume mais duas faixas bônus. Ambas foram lançadas, apenas em compacto, nos idos de 1977. A primeira é a genialíssima "Ela Partiu", que foi utilizada nos anos 90 pelos Racionais Mc's como base para uma de suas composições, e a segunda é o samba-Funk "Meus Inimigos".

Bom, com isso encerro a fase Tim do Sacundin! rsrs.

"... that's no God tha's no Heaven, that's no Devil that's no Hell, don't worry, don't worry, play your music, play your music..."

domingo, 13 de novembro de 2011

Nina Simone - Discografia



Nina Simone achava que era a reencarnação de uma princesa egípcia. Seus fãs não precisavam dessa informação para reverenciar a cantora - tampouco a escritora Nadine Cohodas, que, mesmo assim, batizou sua biografia, recém-lançada nos Estados Unidos e ainda sem previsão de chegar ao Brasil, de Princess Noire - The Tumultous Reign of Nina Simone" (Pantheon Books, 464 págs., US$ 30).
As credenciais da biógrafa garantem a seriedade da pesquisa. Antes de Nina Simone, ela escreveu a biografia de outra diva do jazz, Dinah Washington (Queen: The Life and Music of Dinah Washington), sendo também autora da história de uma lendária gravadora de blues, a Chess Records.
Em Princess Noire, Nadine Cohodas tenta ser discreta ao acompanhar a evolução da bipolaridade da grande cantora, que morreu, em abril de 2003, aos 70 anos, de câncer no pulmão, diagnosticado dois meses antes. Acontece que Eunice Waymon (seu nome verdadeiro) teve uma vida nada discreta. Há, portanto, uma dissonância que perturba a intenção da biógrafa, a de dissecar - sem os instrumentos corretos de um psicanalista - essa personalidade perturbada, algo esquizofrênica, megalomaníaca e dada a acessos de agressividade.
Criada durante a Grande Depressão em Tryon, na Carolina do Norte, numa família de oito irmãos e pai pastor metodista, a idiossincrasia estilística de Nina Simone rivalizava com a pessoal.
Quando criança, foi aluna de uma professora inglesa de piano, Muriel Mazzanovich, que a obrigava a tocar Bach sem parar. Miss Mazy, como Nina a chamava, era mais que uma professora de música.
Como seus pais não podiam pagar pelas aulas, foi criado em Tryon uma espécie de fundo para custear seus estudos de piano. Miss Mazy, então, preparou a aluna para seu primeiro recital, em 1944, aos 11 anos, no auditório da Biblioteca Lanier, de Tryon. Foi o estopim do trauma que a acompanhou para o resto da vida.
Os pais vestiram-se como se fossem para a igreja. Chegaram e sentaram-se na primeira fileira. Ao entrar no palco, a futura Nina, furiosa, observou que eles haviam sido deslocados para o fundo da sala. Encarou a plateia e pediu aos organizadores que instalassem os pais num lugar onde pudesse vê-los. Constrangidos, os anfitriões cederam ao pedido, contrariando as leis locais, que garantiam aos brancos a escolha dos melhores lugares.
Foi explorada por agentes, empresários, gravadoras. Sofreu com o racismo. No fim da carreira, a voz não era mais a mesma e Nina dava sinais de distúrbio de personalidade, tropeçando nos fios do microfone, falando com a voz empastada dos alcoólicos e deixando a alça do vestido cair como uma decadente diva de melodrama hollywoodiano. (Fonte http://www.dgabc.com.br/News/5803170/biografia-traz-a-conturbada-trajetoria-de-nina-simone.aspx)








quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Peruvian Funk - Coletânea

Peruvian Funk é uma coletânea funk dos anos 70 originários do Peru. Se deliciem!



Tracklist
01. Reflexions (Nil’s Jazz Ensemble)
02. The Looser (Black Sugar)
03. Here Come the Hiltons (Bossa 70)
04. African Bump (Enrique Lynch)
05. Hard Work (Nil’s Jazz Ensemble)
06. Too Late (Black Sugar)
07. Think (Bossa 70)
08. Hazlo Como Quiras (Enrique Lynch)
09. Walkin’ (Black Sugar)
10. Si Voce Pensa (Bossa 70)
11. Funky Ditty (Black Sugar)



http://www.mediafire.com/?x2d991bp9cy6d9d



terça-feira, 26 de julho de 2011

The Roots Of Paul McCartney (2011)

Não consegui encontrar muitas informações sobre esse álbum, mas parece ser uma coleção de músicas e artistas que influenciaram o velho Paul, abraço!!!

Capa do CD - VA - The Roots Of Paul McCartney


  1. LITTLE RICHARD – Long Tall Sally (Johnson/Blackwell/Penniman) 1956
  2. EDDIE COCHRAN – Twenty Flight Rock (Cochran/Fairchild) 1957
  3. CHAN ROMERO – The Hippy Hippy Shace (Romero) 1959
  4. CHUCK BERRY – Little Queenie (Berry) 1959
  5. JOE TURNER – Honey Hush (Turner) 1953
  6. LARRY WILLIAMS – She Said Yeah (Jackson/Christie) 1959
  7. ARTHUR ‘BIG BOY’ CRUDUP – That’s All Right (Crudup) 1946
  8. CARL PERKINS – Movie Magg (Perkins) 1955
  9. WILBERT HARRISON – Kansas City (Leiber/Stoller) 1959
  10. THE JODIMARS – Clarabella (Pingatore) 1956
  11. THE COASTERS – Besame Mucho, Pt. 1 (Velasquez) 1960
  12. THE PLATTERS – Red Sails In The Sunset (Kennedy/Williams) 1960
  13. RAY CHARLES – Don’t Let The Sun Catch You Crying (Greene) 1960
  14. ANITA BRYANT – Till There Was You (Wilson) 1958
  15. GENE VINCENT – Over The Rainbow (Arlen/Harburg) 1958

segunda-feira, 25 de julho de 2011

sábado, 23 de julho de 2011

Smba Soul 70!

Disquinho bom demais!
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Billy Preston - Everybody Likes Some Kind Of Music (1973)

Para quem gosta de uns tecladinhos irados vão adora esse disco, muito bom! Para quem não sabe Billy Preston já foi considerado por muitos como o quinto Beatles, não é pouca coisa, assim como George Martin. O cara era responsável pelos teclados nos álbuns dos garotos de Liverpool. Estou com um vinil dos Beatles nas mãos e na contra capa diz: Thanks to George Martin, Glyn Johns, Billy Preston, etc, o disco em questão é o Ótimo Let It Bet. 


Leiam mais:  
Preston tocou no álbum de 1970 "Let It Be", dos Beatles, e teve participação nas músicas "I Want You (She's So Heavy)" e "Something", do disco "Abbey Road" (1969).

O músico e compositor foi o primeiro contratado do selo fonográfico dos Beatles, Apple, com o qual produziu em 1969 seu primeiro disco, "That's the Way God Planned It".

Sua colaboração com os Beatles começou em 1969 graças a George Harrison, que o contratou para tocar em "Let It Be", gravado antes de "Abbey Road".

Preston também teve no currículo passagens com os Rolling Stones, com quem tocou nos nos álbuns "Sticky Fingers", "Exile on Main Street", "Goat Head Soup", "It's Only Rock and Roll" e "Black and Blue".

Também participou de várias excursões com os Rolling Stones, até que deixou o grupo em 1977, por problemas financeiros. Mesmo assim, posteriormente colaborou em produções próprias de seus integrantes e no disco "Bridges to Babylon", de 1997.

Após um período em que foi detido e acusado de fraude na década de 80, e de receber tratamento por seus vícios em álcool e cocaína, em 1990 fez uma turnê com Eric Clapton.

Colaborou também com outros artistas e grupos como Aretha Franklin, Jackson Five, Bob Dylan, Quincy Jones, Sam Cooke, Sammy Davis Jr; Red Hot Chili Peppers e Sly Stone.

Sozinho, chegou a gravar 18 discos entre 1965 e 1995. Em 1973 obteve um Grammy na categoria melhor álbum instrumental, por "Outta Space". Outros de seus sucessos foram "Will It Go Round in Circles", "Nothing from Nothing" e "With You I'm Born Again", em um dueto com a compositora e cantora Syretta Wright.


sábado, 16 de julho de 2011

Tim Maia Racional Volumes. 1, 2 e 3


 "Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!"


Salve, salve...

Sebastião Rodrigues Maia nasceu no Rio de Janeiro em 28 de Setembro de 1942, e todos nós sabemos que Tim Maia teve uma vida de excessos, era um homem imprevisível, teve um enorme descompromisso com agenda de shows, resmungava grosseiramente com os técnicos de som, e não posso esquecer sua grande simpatia pelas drogas e álcool. Mas entre 1974 e 1976 ele foi além de tudo, mas só foi percebido a tamanha mudança quando surgiu a noticia que Tim tinha largado todos os vícios, tão estranho quanto isso foi a noticia que ele tinha entrado para Cultura Racional, uma seita que mistura umbanda e a crença em extraterrestres para descobrir a origem e destino da existência humana, tudo isso com base em ensinamentos do livro Universo em Desencanto, que você escutará falar em mais ou menos 95% dos dois discos.

As coisas estavam mesmo mudadas para Tim Maia, tanto que de tão fanático passou a vestir-se somente de branco e pior, exigiu que todos músicos de sua banda fizessem o mesmo, acham que é só isso? Não!!!! Ele fez os músicos pintarem seus instrumentos da mesma cor. Mas por sorte nossa, mas muita sorte mesmo ele dedicou dois dos álbuns mais inspirados de sua discografia à essa religião – Tim Maia Racional Vol. 1 (1975) e Tim Maia Racional Vol. 2 (1976), e na forma mais independente possível colocou os discos embaixo do braço e foi as ruas para vender os discos em semáforos do Rio de Janeiro. Mas da mesma forma que essa mudança foi uma surpresa para todos, a sua duração também, e ainda em 1976, Tim Maia se desligou da seita, e disse para todos que aquilo tudo não passava de trambique e renegou os álbuns, raríssimos em LPs (originais), que caso você tenha a sorte de encontrá-los provavelmente não pagará menos de 200 reais por volume.

"Já rodei o mundo quase mudo / No entanto num segundo este livro veio à mão"
, canta em Bom Senso, a primeira faixa do mitológico Tim Maia Racional a citar nominalmente sua conversão. "Já senti saudade/ Já fiz muita coisa errada/ Já dormi na rua/ Já pedi ajuda/ Mas lendo atingi o bom senso: a Imunização Racional". Ele conta sua própria história sobre um funk progressivo pesado, aquele caldo grosso que os americanos chamam de deep funk. Com sua voz conduzindo uma orquestra soul perfeita (metais, cordas, guitarras, baixão, bateraço, backing vocals perfeitos, tecladaços), ele explica sua nova fase.

Os discos marca o contato de Tim com ele mesmo. Ele deixa os modismos e rádio de lado e entra em contato com o fundo de sua alma, buscando, sem máscaras, a essência da black music. Lançado de forma independente, o disco saiu pela primeira gravadora de Maia, a Seroma (as primeiras sílabas de seu nome, Sebastião Rodrigues Maia), e nunca mais foi relançado após Tim se afastar da Cultura Racional. Por seu tão direto, um disco pastor, pregador, ele não foi assimilado em sua época, sendo resgatado nos últimos anos e tendo, finalmente, sua importância reconhecida. Lançado em duas partes, o disco pode ser pensado como um álbum duplo, devido a todo o conceito musical e imaginário que compõe o material. Suas capas e contracapas são reproduções de gráficos contidos no livro Universo em Desencanto, explicando as diversas fases da humanidade, todas indo no rumo da fase racional. Texto >>Aqui 
Tim Maia - Racional Vol. 1, 2 e 3 - 1974 / 1976

Faixas:

01. Imunização Racional ( que Beleza )
02. O Grão Mestre Varonil
03. Bom Senso
04. Energia Racional
05. Leia o Livro Universo em Desencanto
06. Contacto com o Mundo Racional
07. Universo em Desencanto
08. You Don't Know What I Know
09. Rational Culture
10. Ela Partiu (bonus)
11. Meus Inimigos (bonus)

Baixar vol. 1




Faixas:

01. Quer queira quer não queira
02. Paz interior
03. O caminho do bem
04. Energia racional
05. Que legal
06. Cultura racional
07. O dever de fazer propaganda deste conhecimento
08. Quiné Bissau, Moçambique e Angola racional
09. Imunização racional (Que beleza)

Baixar vol. 2

Blog de Origem: Klandestino



Faixas:

1. Universo em desencanto disco
2. Escrituração racional (Take 1)
3. Escrituração racional (Take 2)
4. Brasil racional
5. You gotta be rational

Clique  Aqui

Disco que marca a fase Mística do louco e Talentoso Tim Maia. Vale a pena conferir cada Música e claro, as letras. BOM DEMAIS!!!!!!  Para saber mais sobre a universo metafísico que povoa esse trabalho acesse >>http://culturaracional.com.br/  ou  http://denisonsnetto.blogspot.com/2008/01/quem-vive-favor-da-natureza-vive-bem.html



The Budos Band -The Budos Band (2005), Budos Band 2 (2007) & The Budos Band Ep (2009)

Ótima banda, muito jazz, funk etc. Mistura total!


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Crédito pela postagem : Blog do Nirso ( o cara do Mama Cadela)

Poets of Rhythm - Practice What you Preach (1992)

Clique Aqui
Disco muito bom, Adoro a primeira música!

Ike Turner & The KIngs Of Rhythm A Black Mans's Soul - 1969

 Clique Aqui

Disco muito bom com direito a teclados, muito massa!